by miss_blythe: "ps - são contagiantes a alegria e a felicidade que transpiram dos teusmails. QUE MARAVILHA."
11.02.2007
11.01.2007
Tinha saudades! ;)
A groupie menos groupie de sempre foi ver os seus meninos! Tinha saudades. Faz-me sempre bem! Nem sei porquê. Que disparate, claro que sei porquê!
10.31.2007
10.28.2007
Tontas! ;)
Somos duas tontas apaixonadas! E de repente descobrimos que o teu império e o meu T1 de palha têm coisas em comum. E isso é tão giro! De repente podes falar-me da tua vida em jeito de ensinamento. Como se já não estivesses sózinha num mundo que não idealizaste mas que escolheste. E eu, sem ter a mínima ideia se vou precisar desses ensinamentos, falo deles e ouço-os como se me fossem absolutamente necessários. Porque no fundo, é o que eu quero que sejam. ...
Obrigada, meu querido! Por vires até mim. Por contares comigo. Por me escolheres. Por elegeres o meu ombro para teu. Pelo vinho tinto. O pequeno-almoço. Os cigarros. A boa disposição. As lágrimas. Pelo carinho. Por me teres deixado achar que, por breves momentos, podia tomar conta de ti. Por dançares comigo. Por me fazeres sentir importante. Por seres falível. Por dizeres coisas às quais dou um desconto desmedido, mas que adoro ouvir. Por me fazeres sentir coisas das quais já não tinha memória. Obrigada por me fazeres sorrir!
21.Out.2007
?
Dou-me bem com o inesperado. Com as coisas que acontecem quando não as procuro. Onde e quando menos se espera, os sorrisos encontram-nos. Eu encontrei um novo sorriso. Um novo nervoso miudinho. Um nó no estômago bom de sentir. Não sei se é um potencial império. Tento não querer saber. Melhor do que me fazer sentir mulher, o meu sorriso novo faz-me sentir criança. Enquanto mulher que acha que sabe da vida, ofereço alguma resistência. Enquanto criança contra a qual já não consigo mais lutar, sinto-me flutuar. Com algum receio, mas cheia de flores na barriga, não tenho como não confessar... Estou apaixonada! O meu novo sorriso não é um dado adquirido. É um momento de cada vez. É uma vontade constante de conquistar mais um bocadinho a cada dia. É o medo de amanhã já não sorrir. De me sentir enganada. Mas também é o gosto pelo que não conheço. Tinha saudades de me identificar com, de descobrir gostos comuns, de corar! De fazer tonteria de chinelos às flores e morrer de vergonha! Descobri que os valores se alteram e que o incontornável perde importância. Descobri que um sorriso novo pode não aparecer sozinho mas não faz mal. As marcas de um outro império caído podem ser eternas. E não faz mal. Descobri que continuo ansiosa e que quero tudo. Tudo o que acho que mereço. Nunca menos. Descobri-ME! Descobri que o meu novo sorriso, mesmo não sendo um império, vale tanto a pena. E se desabar, valeu tanto a pena. Descobri que a chuva tem muito mais graça que a que lhe conferia. Que as horas não importam. Que passada uma eternidade de porquês, os porquês, simplesmente deixaram de ser. Descobri que é tão bom ser!
28.Set.2007
A Queda do Império!
A queda de um império implica forçosamente o início de qualquer coisa...!? Mesmo que não um novo império. No meu caso foi o início de qualquer coisa que, mesmo não sendo um império, fez cair um império que já não imperava grande coisa. Por ordem de importância, o grande marco seria certamente a queda do império. E teve certamente a sua importância. Mas simplesmente caiu. E os outrora imperadores podem agora seguir em frente.
28.Set.2007
4.29.2007
Mea culpa!
É fácil queixarmo-nos das voltas e "desvoltas" que damos a nós mesmos e do quão frequentemente voltamos ao ponto de partida. Difícil é perceber e admitir que estas voltas são e serão sempre fruto das nossas escolhas. E numa fase em que me custa perceber o porquê de empancar constantemente no mesmo foco de luz, percebo, que continuo a procurar o mesmo de que há tempos fugia. Os meus enamoramentos têm um quê de masoquismo, mas, mais do que isso, têm um quê de pedra e cal. Dentro das minhas eternas incertezas, mudo os caminhos do meu labirinto, mas procuro sempre chegar à mesma porta de saída. E há que reconhecer que os meus caminhos são meus. Não são desígnios de entidades bíblicas. E que alguma coisa nesses meus caminhos sinuosos me droga, me vicia. Eu quero o mesmo de sempre! Mas quero-o mais e melhor! Mea culpa. Mea tão doce culpa!4.16.2007
Estar bem...
3.05.2007
Sempre ao sabor de Sushi...
A facilidade com que o meu humor passa de um extremo, não ao outro mas quase, é profundamente assustadora. Ou assustadora, só. Para mim, pelo menos. Ai... Explico. No seguimento de uma noite de comentários menos simpáticos sobre um meu passado que me magoa, acordo na manhã seguinte (a habitual falta de vontade de saltar da cama) invadida por sensações novas. Não novas isoladamente. Um misto fascinante, igualmente distribuído por uma angústia profunda, certezas absolutas e uma clarividência com a qual me custa lidar. Passei um dia miserável. Mas diferente dos outros dias miseráveis. Não chorei. Não consegui. Mas caiu-me uma lágrima. Uma. Sumida. Mas nessa lágrima senti frustração, perda de tempo, desperdício. Mesmo que sem arrependimentos. Mas transpirei certezas. Bendita clarividência. Vontade de evoluir. De caminhos diferentes. Que me façam bem. E esta tristeza nova assume um carácter altamente benfeitor. Não deixei imediatamente de estar triste. Não me transformei numa mulher nova. Mas tenho certezas como nunca. Que me dão alento. E uma imensa paz de espírito. Porque o balançar entre a razão e o coração me destrói. E num àpice, esta angústia é uma espécie de Betadine-Super-Hiper-Mega-Rápido-Não-Acredito-Que-Estou-A-Escrever-Isto. E sinto-me em processo de cura. Fantástico. Mas tive um dia miserável. Desmarquei tudo e preparava-me para rumar a casa à velocidade da luz. Mas, por qualquer motivo que não interessa identificar, liguei a uma pessoa. "Não quero ir para casa. Apetece-me chorar e não consigo. Onde estás? Porque é que não estás a 5 minutos de mim? Praia? Claro. Vou já, a correr." E fui. O mar sim, transforma-me. Vimos todas as ondas. Respirei como se fosse a primeira vez. O frio na cara faz milagres. Dá uma energia imensa. E falei do que não tinha querido falar o dia todo. E quem estava comigo sentiu as minhas certezas, percebeu-me e ficou feliz por mim. "Estás no melhor dos caminhos, Té." Fomos jantar. Sushi. Gosto mesmo, mesmo, de Sushi. Conversas descontraídas. Sem melodramas. Que bom. Vinho tinto, cigarros, pauzinhos, mesas baixas, bancos confortáveis. E entretanto éramos três pessoas. E falámos. Coisas nossas. O que nos apeteceu. E funcionou. Café, mais vinho tinto (não se diz "mais vinho tinto", só "vinho tinto"), cigarros, geládo de chá verde. E acabo o meu dia já no dia seguinte, bem comigo. Bem com a minha vida. Com os meus eus. E de mim para mim, que orgulho.2.21.2007
2.14.2007
2.05.2007
Vais ficar bem...
1.25.2007
é tão giro...
No carro, desenfreadamente à procura de um posto de rádio que passasse uma música de jeito, lá vim contente a ouvir o "Come on Eileen" que me deixa sempre bem disposta q.b. Qual passagem genial, botam o Brian Adams a cantar a tal do "Everything i do, i do it for you"... Depressão completa. Não suporto o raio da músicaaaaaaaaaaa.... Que seca. Não me apetece zapping radiofónico mais uma vez. Deixa andar... ...que raio de letra.... ...se esta gaita fosse cantada em Português ainda conseguia ser pior... "Tudo o que faço, faço por ti..." E heis senão quando a minha vida muda! Sem hipóteses de vencê-lo, juntei-me a ele. O caminho todo, a cantar o Sr. Brian num Português desgraçadíssimo! "Procura no teu coração, procura na tua alma, e quando finalmente chegares lá, não procures mais". É absolutamente FABULOSO! Diverti-me tanto, sózinha. Ri como nunca... E riram comigo os sortudos que ao passar, viram de soslaio a minha triste figura. É tão giro...1.14.2007
Perceber que me fazes falta...
És melga, cola, irresponsável, tiras-me do sério. Ligas-me 20 vezes porque demoro mais de 10 minutos a chegar perto de ti. És diferente de mim numa totalidade assustadora. Tanto, que chegamos a ser parecidos. Beijas-me com a alma, com a barba, com a transpiração, e eu refilo. Sempre. Porque és um chato, porque me enervas. Porque me obrigas a ser tua mãe. Porque nunca me deixas falar.
Foste embora. 15 dias.
Chorei como uma criança... e percebi que me fazes falta, mano. Amo-te muito.
Ser rasca...
Sempre achei que tinha uma costela rasca. Hoje vi-me numa situação em que, por opção, tinha à minha volta cadeiras e mesas sujas, vozes fortemente projectadas nos meus ouvidos, cheiro a alcoól, tabaco e hambúrgueres fritos em gordura queimada. Cartas jogadas das mãos de homens com dedos amarelecidos pela relação de amor doentio que cultivam com o Português Suave sem filtro. Azulejos deprimentes, estores cinzento-fumo, outrora brancos. Música ao estilo dos carrinhos de choque no seu melhor. Os espelhos, que fazem parte de qualquer balcão de tasca que se intitule como tal, mesmo sem que eu perceba porquê, já que não estão ao nível da vista de quem quer que seja, se é que é com essa intenção que alguém entra numa tasca, ver-se ao espelho. O empregado joga às cartas com os Clientes, que não hesita em despejar à hora do fecho. E eles voltam sempre. Depois olho para as pessoas, para a maneira como me tratam... e saio da tasca a pensar que ainda desconheço o significado da palavra "rasca" e que, ainda que igualmente despejada à hora do fecho (de uma forma mais delicada por ser vista como o "alien" do sítio), também eu vou voltar. 13-01-07Voltar...
A palavra voltar tem, do meu ponto de vista, conotação positiva. Porque voltar é opcional. Quase sempre voltamos por vontade própria. Mesmo que não tenhamos consciência disso. Voltamos porque queremos repetir; voltamos porque precisamos repetir para aprender a não voltar. Voltei. Ao que me faz bem agora. Ao que me fez bem no passado. Ao que não me fez falta antes de voltar. Um padrão. Porque não é a primeira vez. Voltei. Para os que gostam, para os que não gostam, para os que me lêem e para os que não me lêem.
Voltei... para o MEU blog! 13-01-2007
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