4.29.2007

Mea culpa!

É fácil queixarmo-nos das voltas e "desvoltas" que damos a nós mesmos e do quão frequentemente voltamos ao ponto de partida. Difícil é perceber e admitir que estas voltas são e serão sempre fruto das nossas escolhas. E numa fase em que me custa perceber o porquê de empancar constantemente no mesmo foco de luz, percebo, que continuo a procurar o mesmo de que há tempos fugia. Os meus enamoramentos têm um quê de masoquismo, mas, mais do que isso, têm um quê de pedra e cal. Dentro das minhas eternas incertezas, mudo os caminhos do meu labirinto, mas procuro sempre chegar à mesma porta de saída. E há que reconhecer que os meus caminhos são meus. Não são desígnios de entidades bíblicas. E que alguma coisa nesses meus caminhos sinuosos me droga, me vicia. Eu quero o mesmo de sempre! Mas quero-o mais e melhor! Mea culpa. Mea tão doce culpa!

4.16.2007

Estar bem...


Que bom é perceber que o facto de não escrever há tanto tempo se prende, única e exclusivamente, com o facto de estar bem.